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terça-feira, 9 de julho de 2013

Como causar pânico numa viagem de avião

Fotógrafo português registra a decolagem de um avião. Jornal "Raios O Pá" de Portugal.

Quer causar pânico numa viagem de avião? Abra seu laptop, levante as mãos (como se estivesse louvando) e olhe para cima proferindo palavras sem nexo, isso tudo depois de clicar neste link.

Clique aqui para ver o post na íntegra!!

sábado, 6 de julho de 2013

Pamonha News (30)

Placa localizada no belo bairro PAUlicéia

"A família de uma profissional do sexo de Piracicaba (SP) que morreu em 2009 aos 25 anos receberá cerca de R$ 200 mil em indenizações e direitos trabalhistas após a Justiça reconhecer vínculo empregatício entre a mulher e uma boate localizada na Avenida 31 de Março, no bairro Pauliceia, onde atuou como dançarina e acompanhante. A profissional processou o estabelecimento após sofrer um acidente no local e ficar tetraplégica. O filho da prostituta, que não teve a idade revelada, é beneficiário na ação.

A decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) em Campinas (SP) prevê pagamento corrigido de férias, 13º salário e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), além de indenização pelo acidente de trabalho. Cabe recurso à decisão da juíza Ana Claudia Torres Vianna, mas a defesa da boate informou ao G1 que vai quitar o valor estabelecido para encerrar a ação judicial.

A profissional do sexo, conforme os autos, trabalhou na boate entre janeiro e outubro de 2008. Ela cumpria jornada de segunda a sexta-feira ou de terça-feira a sábado das 21h às 3h e residia no próprio local, em um quarto nos fundos que também era utilizado para encontros íntimos com clientes. Por mês recebia cerca de R$ 2,5 mil e não pagava pela moradia e refeições.

Na madrugada do dia 14 de outubro de 2008, ao se dirigir para o quarto após um dia de trabalho, a dançarina e acompanhante teria se desequilibrado e caído de uma janela, sofrendo grave lesão na coluna. A mulher estaria embriagada, já que o consumo de álcool era incentivado pela boate, de acordo com apuração da Justiça.
"

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Comentário(s) do autor do Pamonha Blog:

Ela se fodeu, a boate também se fodeu e o filho da puta é que se deu bem!

Puta falta de sacanagem!

Caiu da janela porque não usou isto aqui.



Clique aqui para ver o post na íntegra!!

O Acerto

Resolvi tomar vergonha na cara e publicar meu primeiro conto aqui no blog. Comecei a escrevê-lo em agosto de 2012! Fiz uma revisão nele hoje e cheguei à conclusão que estava no ponto, se acrescentasse ou tirasse algo ficaria chato. Chegou no que eu queria. Espero que gostem. Abraços!

UPDATE - 23/07/2013 - Vale lembrar que o conto abaixo é sobre violência e tortura. Se você, por acaso, for sensível a esse tipo de gênero, recomendo que não leia!


"O Acerto"


Google imagens.


“... compre já a máquina mais vendida do Brasil!! É só hoje a promoção!!”

- Puta que pariu! Não quero nem de graça! Porra, não tem nada que presta na TV!
- Pai.
- O que foi?
- Deixa eu jogar vídeo game?
- Não!
- Mas, pai...
- Calaboca, senão te jogo pela janela, moleque do caraio! Vai dormir agora! Pro quarto, filho de uma arrombada!! Vou te trancar!! Que merda é essa? Campainha?? Essas horas?? Já to indo, merda!

A porta abriu. Dei um soco no meio daquele narigão. Sem equilíbrio, seu corpo foi para trás e caiu na mesinha de vidro, que se desfez em pedaços. Ele não parava de se contorcer de dor.

Peguei-o pelo pescoço. O sangue descia do nariz e chegava à minha mão. A camisa já não era mais inteiramente branca.

- Cadê a grana, seu cheirador? – puxei o vagabundo para a minha direção. Apertei um pouco mais seu pescoço – Seu tempo acabou! Ou paga as farinhas, ou levo sua cabeça pro meu chefe!
- ... É... é.. você... o-o-oh, céus... – resmungou o sujeito.
- Te mando pra lá já, já. Cadê a grana, cachorro??
- Pelo amor de Deus... não faça... na... nada comigo...

Joguei o imundo contra uma estátua no canto da sala. Ouvi o som de algo quebrando dentro dele. Caído, ele gemia ainda mais de dor, com as mãos nas costas. Dei um chute na sua barriga gelationosa de verme. Agora o vagabundo vomitou sangue pela boca. Manchou meu coturno. Peguei-o pelos cabelos que ainda lhe restavam e o arrastei, procurando a cozinha.

"Agora é a hora do show."

Joguei-o em cima da mesa. O desgraçado é um tanto pesadinho. Mesa forte.

- Acorda, filho do capeta! – dei uns tapas naquela carcaça balofa e fedida.
- Deus... do céu... Pai e-e-eterno... Senhor dos... – resmungou. Servi uma muqueta bem caprichada na sua boca. Seus dentes da frente sumiram. Um pedaço da ponte de dente ficou enroscado na pele da minha mão. Isso me deixou mais puto ainda.
- Não tem a grana, né? – eu disse, arremessando na sua cara o pedaço de ponte de dente.
- Pos fasvor... Não... não me maschte... Pelo asmor do... bom Jhesus... – aos prantos, disse o sujeito. Soltei uma gargalhada. Ele está falando assobiando! É engraçado!

Agora é a hora do show. Usei um guardanapo que achei na gaveta, para amordaçá-lo. “Quinta-feira”, estava bordado no pano. De fato hoje é quinta.

Vejamos por onde começo.

- Huuuuuum!! Huuuummmmmm!!
- Fica quieto aí, pedaço de toicinho! – ele se contorcia feito David Copperfield, tentando escapar das amarras.
- Sabe o que é isto aqui??
- Huuuuuuuuuuuuumm!! Hummmmmmmmmm!!!!!Huuuuuuummmmm!!! – seus olhos quase saltaram da cavidade ocular quando mostrei a ele minha “Faca Rambo”.

Coloquei um pouco de pó na lâmina da faca e passei perto do nariz do viciado. Adoro fazer isso.

"Ao me virar, deparei-me com uma surpresa."

- Quer cheirar um pouquinho? Você vai precisar, sabia? – perguntei. O balofo cheirador acompanhava, sem piscar, a dança que eu fazia com a minha Rambo. Dei uma assoprada e uma pequena nuvem de pó branco se formou acima da sua cabeça e o barrigudo viciado tentava cheirar alguma coisa com aquele narigão. Desesperado. Acho que ele seria capaz de dar a bunda para mim por uma cheirada das boas. Sorri para ele.

Acendi o fogão. O verme na mesa mergulhava no desespero, imaginando o que estaria por vir. Esquentei a lâmina da faca até ela quase ficar vermelha. Eu brincava com ela envolta em chamas que saiam da boca do fogão. Passava um lado no fogo e lá permanecia por alguns momentos, depois o outro lado, sem pressa. Voltei-me para o bola oito amarrado na mesa. Ele arregalou ainda mais seus olhos cheios de lágrima, quando viu meu sorriso. E tremia feito vara verde ao me ver indo em sua direção. Segurei firme a cabeça do infeliz, de maneira que meu dedão segurasse a pálpebra do olho direito bem esticada. Muito lentamente, encostei a ponta da faca quente no seu olho. Seus gritos de horror eram abafados pela mordaça, enquanto a faca era aprofundada. Ele tentava desesperadamente se livrar do seu algoz. O cheiro do seu olho derretido era desagradável, mas suportável por mim. Fui só até a metade.

Ao me virar, deparei-me com uma surpresa.

Google imagens.

- Quem diabos é você, vermezinho? Quanto tempo está aí?? – o garoto estava a uns cinco passos de mim, parado, segurando uma faquinha daquelas de passar manteiga. Devia ter seus oito ou nove anos.

Não disse palavra alguma, só me encarava.

- Acha que vai fazer o que com essa faquinha aí, moleque? Olha o tamanho da minha... – eu disse, indo em sua direção.

Garoto estupidamente corajoso. Não se mexe por nada. Não demonstra medo. Que se dane. Sem chance para testemunhas. Vai ser rápido. Nem vai ter graça.


- Qual é a sua? Quem é você? O gato comeu tua língua? – me ajoelhei e aproximei, ainda quente, minha Rambo naquele pescocinho frágil.
- Vou matá-lo. – surpreendentemente disse o vermezinho.
- Me matar?!? Hahahahahaha... Com isso aí? Haja vitaminado para isso!!
- Não é você, seu touxa! – apontando a faquinha para o caolho amarrado na mesa.

" Hipnotizado. Sedento. Não tirava os olhos do seu 'papai'."

- Quê? Qual é? Está tentando me ganhar, bancando o “menino mau”? Acha que isso vai salvar sua pele, filhinho do balofo? Azar o seu estar aqui!! – peguei-o pelo colarinho e ergui até quase bater sua cabeça no teto baixo. Ouvi o barulho da sua faquinha caindo no chão da cozinha.
- Eu odeio ele! Ele não é meu pai! – disse com os olhos lacrimejados – Eu odeio ele!! Eu quero matar ele!! Se você vai me matar, deixa eu me vingar dele antes!!
- Se “vingar”? – coloquei o bostinha no chão.
- Ele é imundo, verme...verme... quero que ele morra! Ele me obriga a chamá-lo de pai. Eu nunca conheci meu pai de verdade. Ele é muito mau comigo! Ele não me deixa sair!! Eu não posso brincar lá fora! Ele não me deixa ir à escola. Ele me viciou. Ele me obriga a cheirar. Ele faz de mim sua cadela, não aguento mais!! Quero ele morto!!
- Epa, epa! Então o negócio aqui é pessoal. Hehe.

Olhei para trás. O caolho cheirador tinha acordado do desmaio. Vi o balofo com os olhos estalados, ou melhor, com o olho que restava estalado. Acho que ele ouviu muito bem o seu “filhinho”, tentava arrancar forças de não sei onde para se soltar das amarras. É, realmente não queria estar na pele desse rolha de poço.

Cruzei os braços e não conseguia segurar o riso, olhando o meio-quilo. Fiquei curioso. Tentava montar na minha cabeça toda a cena da “vingança”.

- É sério? – Perguntei ao pivete.

Ele fez sim com a cabeça. Fez beicinho. Mostrei as opções ao moleque. Disse a ele que escolhesse a mais bonita. Ele fez “uni-duni-tê”. Jogo psicológico, o balofo está no desespero. O pilantrinha escolheu a mais mortífera das minhas lâminas. O brilho dela rebatia no seu rosto sem expressão. Hipnotizado. Sedento. Não tirava os olhos do seu “papai”. Isso era tudo o que ele mais queria naquele momento. Agora era o caolho e o vermezinho, apenas.

Puxei uma cadeira. Virei ela, sentei de pernas abertas e apoiei meu braço no seu encosto. Estou curioso e excitado. Agora sou o expectador num camarote VIP.

Ednaldo Baraka

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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Pamonha News (29)

Beijo CUrintiano. "Roxinhos por ti, CUrinthians". Aiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!

"Com um gesto inesperado na encarada após a pesagem, Anderson Silva surpreendeu a todos os cerca de 10.000 presentes ao UFC Fan Expo, no Mandalay Bay, e praticamente deu um beijo em Chris Weidman após os dois baterem o peso da categoria dos pesos-médios.

O americano foi o primeiro a subir na balança, e esperou o brasileiro para a encarada. Ao chegar para a pose tradicional, Anderson aproximou o rosto a ponto de tocar os lábios na boca de Weidman, que não recuou. Dana White os separou com um sorriso
"

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Comentário(s) do autor do Pamonha Blog:

Isso só pode ser o UFSenta!

Vai lá curar os dois, Marco Feliciano!



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